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“what’s the matter, son, you never heard that phrase before?”

“Tweet Shop”. Loja da Kellogg’s permite pagamento com posts no Twitter

A Kellogg’s abriu hoje o que chamou de “a primeira ‘Tweet Shop’ do mundo”, no bairro do Soho, em Londres. Criada para promover o lançamento de sua linha Special K Cracker Crisps, o ambiente pop-up permite que os produtos sejam comprados com pagamento em forma de posts no Twitter.

Para cada tuíte, o cliente leva uma caixa do lançamento da marca. Há ainda um espaço em que os consumidores podem provar o produto antes de comprar e um mural de tuítes que mostra em tempo real o que está sendo falado sobre a marca na rede social. A loja funcionará até a próxima sexta-feira, das 9h às 17h. E aí, o que você achou da ação? Deixe seu comentário abaixo!

Eletricidade

A eletricidade está presente nas nossas vidas, em nosso cotidiano, em praticamente tudo o que fazemos como, por exemplo, quando tomamos banho, ao acendermos uma lâmpada, quando utilizamos a televisão, etc.. O estudo dessa parte da física se faz necessário, pois ajuda a compreender os inúmeros fenômenos que estão ligados ao nosso dia-a-dia. A todo o momento o ser humano se relaciona com fatos da natureza e o seu modo de viver depende da eletricidade e dos aparelhos elétricos modernos.

 

Thales de Mileto, filósofo e matemático grego, ficou conhecido por suas teorias na área da cosmologia, além de ser, de acordo com a história, o homem que fez as primeiras descobertas relacionadas aos fenômenos elétricos. Tales observou que após atritar pele de animal com o âmbar, uma resina vegetal, ela adquiria propriedades de atrair corpos pequenos e leves como, por exemplo, sementes de grama e pedaços de palha. Muitos anos mais tarde, cerca de 2000 anos, começaram a ser feitas observações mais cuidadosas a respeito dos fenômenos elétricos, dentre todas se destacam as que o médico inglês W. Gilbert fez. Gilbert observou o comportamento de vários corpos quando atritados e concluiu que eles se comportavam como o âmbar, ou seja, tinham a capacidade de atrair outros corpos. 


A eletricidade é o resultado da existência de carga elétrica nos átomos que constituem a matéria. Como se sabe, um átomo é composto por prótons (cargas positivas), elétrons (cargas negativas) e nêutrons, que não possuem carga. Os prótons e os nêutrons ficam no interior do núcleo do átomo, os elétrons ficam na eletrosfera - ao redor do núcleo.

O estudo da eletricidade é dividido em três partes:

Eletrostática – estuda as cargas elétricas em repouso;
Eletrodinâmica – é o estudo das cargas elétricas em movimentação, ou seja, o estudo de corrente elétrica e das propriedades dos circuitos que são percorridos por ela.
Eletromagnetismo – nessa parte são estudadas as relações entre a eletricidade e o magnetismo, bem como a ligação entre os fenômenos magnéticos e elétricos.

No uso geral, a palavra “eletricidade” se refere de forma igualmente satisfatória a uma série de efeitos físicos. Em um contexto científico, no entanto, o termo é muito geral para ser empregado de forma única, e conceitos distintos contudo a ele diretamente relacionados são usualmente melhor identificadas por termos ou expressões específicos.

Alguns conceitos importantes com nomenclatura específica que dizem respeito à eletricidade são:

  • Carga elétrica: propriedade das partículas subatômicas que determina as interações eletromagnéticas dessas. Matéria eletricamente carregada produz, e é influenciada por, campos eletromagnéticos. Unidade SI (Sistema Internacional de Unidades): ampère segundo (A.s), unidade também denominada coulomb (C).[3]
  • Campo elétrico: efeito produzido por uma carga no espaço que a contém, o qual pode exercer força sobre outras partículas carregadas. Unidade SI: volt por metro (V/m); ou newton por coulomb (N/C), ambas equivalentes.[4]
  • Potencial elétrico: capacidade de uma carga eléctrica de realizar trabalho ao alterar sua posição. A quantidade de energia potencial elétrica armazenada em cada unidade de carga em dada posição. Unidade SI: volt (V); o mesmo que joule por coulomb (J/C).[5]
  • Corrente elétrica: quantidade de carga que ultrapassa determinada secção por unidade de tempo. Unidade SI: ampère (A); o mesmo que coulomb por segundo (C/s).[6]
  • Potência elétrica: quantidade de energia elétrica convertida por unidade de tempo. Unidade SI: watt (W); o mesmo que joules por segundo (J/s).[7]
  • Energia elétrica: energia armazenada ou distribuída na forma elétrica. Unidade SI: a mesma da energia, o joule (J).
  • Eletromagnetismo: interação fundamental entre o campo magnético e a carga elétrica, estática ou em movimento.[1][2]

O uso mais comum da palavra “eletricidade” atrela-se à sua acepção menos precisa, contudo. Refere-se a:

  • Energia elétrica (referindo-se de forma menos precisa a uma quantidade de energia potencial elétrica ou, então, de forma mais precisa, à energia elétrica por unidade de tempo) que é fornecida comercialmente pelas distribuidoras de energia elétrica. Em um uso flexível contudo comum do termo, “eletricidade” pode referir-se à “fiação elétrica”, situação em que significa uma conexão física e em operação a uma estação de energia elétrica. Tal conexão garante o acesso do usuário de “eletricidade” ao campo elétrico presente na fiação elétrica, e, portanto, à energia elétrica distribuída por meio desse.

Embora os primeiros avanços científicos na área remontem aos séculos XVII e XVIII, os fenômenos elétricos têm sido estudados desde a antiguidade. Contudo, antes dos avanços científicos na área, as aplicações práticas para a eletricidade permaneceram muito limitadas, e tardaria até o final do século XIX para que os engenheiros fossem capazes de disponibilizá-la ao uso industrial e residencial, possibilitando assim seu uso generalizado. A rápida expansão da tecnologia elétrica nesse período transformou a indústria e a sociedade da época. A extraordinária versatilidade da eletricidade como fonte de energia levou a um conjunto quase ilimitado de aplicações, conjunto que em tempos modernos certamente inclui as aplicações nos setores de transportes, aquecimento, iluminação, comunicações e computação. A energia elétrica é a espinha dorsal da sociedade industrial moderna, e deverá permanecer assim no futuro tangível.

5 boas razões científicas para você sorrir

Tá difícil encontrar motivo para sorrir nesse começo de semana? Calma, a ciência te ajuda – e isso não tem nada a ver com aqueles papos de autoajuda. As pesquisas indicam que um sorriso no rosto te ajuda a resolver um problema, te deixa mais bonito, feliz, torna o mundo menos solitário e… evita assaltos a bancos (é sério).

1. Sorrir vai te deixar mais criativo…

Já percebeu como tentamos ficar ainda mais concentrados quando estamos travados em um problema? Só que não é uma boa ideia. Quando estamos nervosos ou estressados, prestamos pouca atenção às ideias que estão no fundo da nossa consciência. Aí fica difícil ter insights criativos. Mas sorrir nos ajuda a acordar desse estado de desatenção. Em uma pesquisa realizada por pesquisadores americanos, os participantes que sorriram enquanto participavam de um teste mostraram uma capacidade maior de ver uma floresta inteira, ao invés de apenas algumas árvores.

2. …mais atraente…

Mas só funciona se você olhar diretamente para outra pessoa. Um estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, misturou elementos do rosto de várias mulheres e criou 4 novas imagens: mulher olhando para a câmera com sorriso ou sem; e outra mulher olhando para o lado sorrindo ou não. Resultado: as mulheres mais atraentes, segundo o ranking dos participantes, eram aquelas que olhavam para a foto e sorriam.

3. …e de bom humor

Essa é óbvia, mas vale só para quem não força o sorriso. Para melhorar seu humor, você precisa sorrir de verdade. Aí vale pensar nas férias, na nota boa que você tirou na faculdade, da última festa.  A conclusão é de uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos. Eles avaliaram o desempenho e humor dos funcionários que distribuíam falsos sorrisos para os clientes e de outros que espalhavam sorrisos sinceros. Como era de se esperar, quem sorria de verdade era mais bem humorado. E trabalhava melhor.

4. Sorrir para desconhecidos faz bem

Em um estudo  da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, os pesquisadores pediram a 239 voluntários para passearem por um trecho movimentado da universidade. Pelo caminho, uma das pesquisadoras sorria aleatoriamente para alguns deles, olhava para os olhos de outros ou simplesmente lançava olhares distantes, como se não visse ninguém. Na sequência, os participantes preenchiam um questionário. Quem tinha recebido o sorriso da desconhecida se sentia mais conectado aos outros. Ou seja, menos solitários.

5. E previne assaltos!

O FBI está de prova. Em um ano, eles conseguiram reduzir pela metade o número de assaltos aos bancos de Seattle após incentivarem os seguranças a sorrirem para todos os clientes. Segundo o FBI, quanto mais gentileza, maior o risco de um assaltante desistir do crime.

Facebook anuncia a criação do seu próprio centro de aplicativos

O Facebook anunciou na quarta-feira (9) a criação do seu próprio centro de aplicativos, que poderá ser acessado por navegadores e pelos programas da rede social para os sistemas iOS e Android.

“Nas próximas semanas, os usuários poderão acessar o centro de aplicativos na web e nos programas do Facebook para iOS e Android. Todos os aplicativos móveis e para web, que seguirem as diretrizes, poderão ser catalogados. E os desenvolvedores devem começar a se preparar hoje para certificar que seus aplicativos sejam incluídos no lançamento”, escreveu o engenheiro do Facebook, Aaron Brady, no blog da rede social.

Conforme o site “Mashable”, o novo centro permitirá vender aplicativos pela primeira vez. Hoje em dia, os usuários do Facebook procuram por aplicativos na mesma barra de pesquisa usada para encontrar pessoas e eventos.

Nas próximas semanas, será possível pesquisar por aplicativos por meio do novo centro, que deve ser similar a App Store, da Apple, ou ao Google Play. De acordo com o Facebook, o centro vai se tornar o novo lugar central para encontrar aplicativos como Draw Something e Spotify. Cada programa terá uma página com detalhes e avaliações.

Embora o centro de aplicativos do Facebook seja semelhante às lojas da Apple e do Google, ele deve funcionar de forma diferente, segundo o site “Mashable”. Já que muitos aplicativos do Facebook rodam no iOS e no Android com integração com a rede social, a loja do Facebook vai sugerir outras lojas para que os programas sejam baixados.

Brady explica que a rede social vai usar uma variedade de indícios, como avaliações e engajamento de usuários, para determinar se um aplicativo poderá ser catalogado no centro. Aplicativos que os usuários mais gostam ficarão bem visíveis do centro. Apps que recebem avaliações ruins dos usuários ou que não atendem às diretrizes de qualidade não serão listados, segundo o Facebook.

latenightjimmy:

Slow Jam the News with Barack Obama | April 24, 2012 [x]

Automatic reblog. 

Microsoft lança aplicativos do SkyDrive para Windows e Mac

A Microsoft liberou o aplicativo de sincronização do SkyDrive para Windows e Mac OS X. Agora, todos os usuários poderão desfrutar os 25 GB de armazenamento gratuito para ter sempre em mãos arquivos importantes no computador de casa, do trabalho ou da faculdade. É um grande ponto positivo em relação aos serviços concorrentes, que fornecem apenas 2 GB ou 5 GB iniciais.

O aplicativo para Windows funciona exatamente como o Dropbox. Uma pasta do SkyDrive é criada automaticamente no diretório do seu usuário e pode ser acessada facilmente pelo menu de Favoritos do Windows Explorer. Todos os arquivos salvos nesse local são sincronizados com a nuvem. Dessa maneira, se um documento é alterado no computador do trabalho, uma versão atualizada também será enviada ao PC da faculdade, por exemplo.

Os arquivos também poderão ser acessados por meio de smartphones e tablets. O aplicativo para Windows Phone foi atualizado neste final de semana e ganhou maior controle de permissões, além de pequenas melhorias na interface. A Microsoft também deu atenção especial ao software para iPad, que agora suporta a Retina Display. Ainda não há nenhum aplicativo oficial para Android — e nem Linux.

  • Igual ao Dropbox, só que da Microsoft.

25 GB de graça

Oficialmente, a Microsoft diminuiu o espaço gratuito do SkyDrive para apenas 7 GB. Entretanto, um aviso temporário na interface web convida o usuário a expandir seu armazenamento para os antigos 25 GB. A própria empresa explica que o convite só estará disponível por tempo limitado, então, se eu fosse você, faria isso agora mesmo.

Para aumentar o espaço disponível na sua conta, basta acessar o SkyDrive, clicar no banner para conferir os novos planos e selecionar a opção gratuita, de 25 GB. Também é possível adicionar 20 GB, 50 GB ou 100 GB de armazenamento, por R$ 19, R$ 46 ou R$ 93 por ano, respectivamente. Tenha uma boa dose de paciência e sorte; apesar do nosso querido editor-executivo Thássius Veloso ter conseguido o upgrade, na minha conta o botão não aparece.

No anúncio, a empresa de Redmond explicou que optou por fornecer gratuitamente apenas 7 GB de espaço porque essa capacidade atende 99,94% dos usuários do SkyDrive. De acordo com a Microsoft, 7 GB são suficientes para guardar 20 mil arquivos do Office ou 7 mil fotos. Infelizmente, o limite de tamanho por arquivo é de 2 GB, não importando o espaço disponível na sua conta.

O download dos aplicativos do SkyDrive para Windows e Mac OS X (apenas para o Lion) pode ser feito nesta página. O futuro do Windows Live Mesh, software que possui praticamente a mesma função, oferecia 5 GB de armazenamento gratuito e já morreu algumas vezes, ainda não foi divulgado.

Créditos: tecnoblog

Microsoft lança aplicativos do SkyDrive para Windows e Mac

A Microsoft liberou o aplicativo de sincronização do SkyDrive para Windows e Mac OS X. Agora, todos os usuários poderão desfrutar os 25 GB de armazenamento gratuito para ter sempre em mãos arquivos importantes no computador de casa, do trabalho ou da faculdade. É um grande ponto positivo em relação aos serviços concorrentes, que fornecem apenas 2 GB ou 5 GB iniciais.

O aplicativo para Windows funciona exatamente como o Dropbox. Uma pasta do SkyDrive é criada automaticamente no diretório do seu usuário e pode ser acessada facilmente pelo menu de Favoritos do Windows Explorer. Todos os arquivos salvos nesse local são sincronizados com a nuvem. Dessa maneira, se um documento é alterado no computador do trabalho, uma versão atualizada também será enviada ao PC da faculdade, por exemplo.

Os arquivos também poderão ser acessados por meio de smartphones e tablets. O aplicativo para Windows Phone foi atualizado neste final de semana e ganhou maior controle de permissões, além de pequenas melhorias na interface. A Microsoft também deu atenção especial ao software para iPad, que agora suporta a Retina Display. Ainda não há nenhum aplicativo oficial para Android — e nem Linux.

  • Igual ao Dropbox, só que da Microsoft.

25 GB de graça

Oficialmente, a Microsoft diminuiu o espaço gratuito do SkyDrive para apenas 7 GB. Entretanto, um aviso temporário na interface web convida o usuário a expandir seu armazenamento para os antigos 25 GB. A própria empresa explica que o convite só estará disponível por tempo limitado, então, se eu fosse você, faria isso agora mesmo.

Para aumentar o espaço disponível na sua conta, basta acessar o SkyDrive, clicar no banner para conferir os novos planos e selecionar a opção gratuita, de 25 GB. Também é possível adicionar 20 GB, 50 GB ou 100 GB de armazenamento, por R$ 19, R$ 46 ou R$ 93 por ano, respectivamente. Tenha uma boa dose de paciência e sorte; apesar do nosso querido editor-executivo Thássius Veloso ter conseguido o upgrade, na minha conta o botão não aparece.

No anúncio, a empresa de Redmond explicou que optou por fornecer gratuitamente apenas 7 GB de espaço porque essa capacidade atende 99,94% dos usuários do SkyDrive. De acordo com a Microsoft, 7 GB são suficientes para guardar 20 mil arquivos do Office ou 7 mil fotos. Infelizmente, o limite de tamanho por arquivo é de 2 GB, não importando o espaço disponível na sua conta.

O download dos aplicativos do SkyDrive para Windows e Mac OS X (apenas para o Lion) pode ser feito nesta página. O futuro do Windows Live Mesh, software que possui praticamente a mesma função, oferecia 5 GB de armazenamento gratuito e já morreu algumas vezes, ainda não foi divulgado.

Créditos: tecnoblog

Serviço na nuvem do Google vai dar 5 GB de espaço gratuito, diz site

O Google vai lançar o serviço de armazenamento de arquivos na nuvem, chamado Google Drive ou GDrive, na próxima semana, informou o site “The Next Web”, que teve acesso a um comunicado de um dos parceiros do Google no lançamento.

Conforme o “The Next Web”, o serviço será inicialmente gratuito e dará 5 GB de armazenamento para cada usuário. O lançamento deve acontecer na próxima terça-feira (24) pelo site http://drive.google.com, que ainda não está funcionando.

Serviços similares como o Dropbox e o Box oferecem espaços de armazenamento, de graça, de 2 GB e 5 GB, respectivamente. O serviço do Google vai permitir ao usuário guardar dados como arquivos de texto, fotos, vídeos e músicas.

De acordo com o “The Next Web”, o Google Drive terá pastas no desktop de computadores Mac e Windows. Porém, ainda não se sabe o serviço vai ganhar um ícone no Mac como já acontece com o Dropbox.

Pen drive para iPad’ chega ao Brasil por R$ 220

A Kingston anunciou nesta quarta-feira (11) o lançamento do seu “pen drive para iPad”, um dispositivo focado no aumento da capacidade de memória dos dispositivos Apple. Chamado de Wi-Drive, o aparelho chega ao país por R$ 220 (modelo de 16 GB) e R$ 450 (32 GB).

No Wi-Drive, o usuário pode armazenar seus arquivos e fazer o acesso deles a partir do iPad, do iPhone e de aparelhos Android e do Kindle Fire – apesar de focado nos aparelhos Apple, o acessório não é exclusivo a eles.

"Nós somos focados nos consumidores da Apple, porque sabemos que há outras formas de expansão de memória para aparelhos Android, por exemplo", explica José Alberto Gervasio, diretor de operações da Kingston Brasil.

A transmissão dos arquivos é feita por meio de conexão sem fio e um aplicativo instalado no aparelho – a distância entre Wi-Drive e smartphone ou tablet deve ser de até 10 metros, informam os executivos da companhia.

Os vídeos, músicas e fotos são transmitidos ao smartphone ou ao tablet por streaming, mas também é possível fazer o download dos arquivos. Segundo a empresa, são até quatro horas de uso contínuo do acessório.

“No lugar de guardar os arquivos na nuvem, você pode guardá-los no Wi-Drive”, explica Gervasio. Segundo ele, em condições ideais, três dispositivos podem acessar o Wi-Drive ao mesmo tempo, mas o aparelho suporta até seis usuários.

Gervasio também conta que uma versão de 64 Gbytes do Wi-Drive está sendo homologada pela Anatel e deve ser lançada no Brasil.